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PSICOLOGIA – IRIDOLOGIA – MEDICINA



      Corpo e mente – a uniâo possivel

 

       (Obs.: os textos sobre Iridologia são do psicólogo José Antonio de Oliveira [C.R.P. 06/55.774-5] e têm o intuito de revelar novos conhecimentos sobre o ser humano, visando contribuir para o reconhecimento da iIidologia como ciência, assim como o é a Psicologia. Ressalte-se que a Iridologia, por enquanto, NÂO faz parte do rol das práticas clínicas aceitas pela Psicologia).


        Para este meu estudo na íntegra, por favor, acesse o link abaixo:

    http://br.monografias.com/trabalhos3/psicologia-iridologia-personalidade-iris/psicologia-iridologia-personalidade-iris.shtml



 Seria certo imaginar que o comportamento que uma
pessoa apresentará em toda sua existência é determinado no ato da concepção? É
possível que a personalidade tenha algum substrato físico ou genético, sendo
determinada antes do nascimento? Ou seriam os padrões comportamentais
pré-determinados? Que importância tem o meio na formação da personalidade ou no
afloramento e fixação deste ou daquele aspecto comportamental? A personalidade
pode sofrer condicionamento?



 



 Estas perguntas são o cerne da ciência Psicologia que tem por
objetivo compreender e apreender a essência do ser humano. De imediato pode-se
dizer que nada é imutável – apenas a morte. Se a personalidade fosse
inacessível e não fosse possível redirecionar o comportamento, não teria razão
de ser a existência da Psicologia, posto que seria impossível a sua práxis,
qual seja, ajudar o homem evoluir no seu bem-estar.



 



 Entretanto, a ciência psicológica esbarra nas normas e padrões
científicos que a impedem de utilizar técnicas de vanguarda por não terem sido,
ainda, reconhecidas como científicas, como é o caso da Iridologia. Mas não fora
a própria Psicologia, antes do reconhecimento de seu valor científico, taxada
de não-científica e misticismo?



 



 Iridologia significa estudo da íris. A íris
é a parte do olho que lhe dá a cor. A Iridologia poderia, então, ser definida
como "o estudo da íris que vai desde a sua anatomia, fisiologia,
histologia, farmacologia, patologia até a possibilidade de se conhecer a
constiuição geral e parcial do indivíduo
" (BATELLO, 1999). No entanto,
o termo irisdiagnose, que pode ser definido como sendo o conhecimento
do ser humano através do estudo da íris
, é o mais adequado, pois o estudo
iridológico nos proporciona conhecer não somente a constiuição física mas,
também, os aspectos psíquicos da pessoa.



 



 A Iridologia, através da análise da íris, nos traz um novo método
para a compreensão e estudo do ser humano, seja em seu aspecto físico, seja em
seu aspecto psicológico. Inúmeras pesquisas já foram realizadas e,
especificamente no campo psicológico, contamos com o método Rayid, criado por
Denny Johnson, que evidencia haver uma determinação psíquica demonstrável na
íris
. Ora, se as pesquisas já realizadas parecem validar tal método, por
que a Psicologia não se vale deste instrumento para enriquecer seu  pool
de ações e, principalmente, beneficiar o próprio homem?



 



 Chegamos
aqui, no centro de nosso dilema: seria possível a união entre Psicologia e
Iridologia? Qual papel caberia a ambas? E mais: temos agora que nos
questionarmos sobre o papel da Medicina.



 



 Medicina e
Psicologia sempre viveram em confronto, pois uma só conseguia ver o físico, o
palpável; o que não podia ser medido não tinha valor científico. A outra,
muitas vezes relegava, a segundo plano, o físico, voltando-se tão somente para
o psíquico, o inominável e, por isso, era considerada misticismo, quando seus
métodos de atuação e pesquisa, por mais sistematizados que fossem, não
revelassem dados concretos. Como exemplo temos o trabalho com sonhos que, por
não poderem ser medidos, sistematizados, observados e sentidos, a não ser pelo
próprio sonhador, são classificados como ficção, sendo que o único referencial
é o relato do sonhador no qual se tem que confiar cegamente.



 



     Este cisma que ainda perdura, divide o ser
humano em metades: corpo e mente. De um lado, a Medicina a cuidar do corpo. De
outro, a Psicologia a cuidar da psique. A utilização única de técnicas
psicológicas intuitivas acaba por torná-las reducionistas, desprezando
situações concretas (o corpo!) vivenciadas pela pessoa. O mesmo se dá com a
Medicina ao desprezar a psique. E com isso o ser humano que é único,
tornou-se o objeto de desejo da ciência.



 



        Para por fim a essa disputa
insana, surge a Irisdiagnose que permite ao profissional de saúde ver, enxergar
a unicidade do ser humano através da simples observação de uma minúscula parte
do corpo, a qual revela o físico e o psíquico ao mesmo tempo, provando que corpo
e mente são a mesma "coisa"
! Um é o reflexo do outro. Como nos
diz o Dr. Batello: "a medicina é uma só, o que difere são as técnicas e
os métodos terapêuticos
utilizados" (BATELLO, 1999). Assim, podemos
ser comparados a uma folha de papel: o que é impresso de um lado pode vir
a impressionar o outro lado e vice-versa. Ou seja, uma pessoa que sofre a
amputação de um braço pode vir a apresentar um quadro depressivo. Ou, então,
uma pessoa extremamente ansiosa e distônica pode vir a fazer uma úlcera
duodenal! E que maravilha é, através da Irisidiagnose, poder ver revelada na
íris do indivíduo ambas as situações e, com isso, poder tratar e cuidar de sua
pessoa por completo.



 



         Em uma análise
estritamente psicológica, a utilização do método iridológico Rayid tem um valor
científico inestimável, do qual a Psicologia muito se beneficiaria aliando-o à
sua prática clínica. Basicamente, ele determina padrões de funcionamento da
personalidade
de um indivíduo, exatamente como fazem as teorias de
personalidade utilizadas pela Psicologia. Pela sua teoria e especificidade, a
única teoria psicológica que pode se valer dele é a Psicologia Analítica ou Junguiana,
posto que ele está totalmente de acordo com a teoria de Jung dos Tipos
Psicológicos
, onde são determiandas as atitudes básicas de personalidade de
uma pessoa: se ela é introvertida ou extrovertida, bem como, sua
função psicológica dominante e/ou auxiliar: se ela é uma pessoa pensamento ou
sentimento ou sensação ou intuição. Atualmente, esses padrões de
personalidade são determinados pela aplicação de um teste de personalidade
denominado Quati, aliado à observação clínica do analisando pelo analista.
Agora, isso pode ser feito através da íris!



 



           A
Irisdiagnose é um novo marco do saber. Um método propedêutico e de
pré-diagnóstico e, por isso mesmo, preventivo, a ser utilizado pela Psicologia
e pela Medicina, e que recoloca o ser humano no centro, único, indiviso, como a
própria íris o é em seu formato circular, a indicar que o nosso olho passa a
ser a janela para a nossa alma.



 



            Veja neste site, nos seguintes links: extroversão, introversão,
pensamento, sentimento, sensação e intuição, exemplos dos usos da Irisdiagnose
pela Psicologia e aproveite para saber mais sobre a personalidade e os tipos
psicológicos da Psicologia Analítica.


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